Agora e depois: como as alterações climáticas podem mudar as nossas “amadas paisagens”

Data terça-feira, 14 abril 2020
Origem Publico.pt
Autor Luís Octávio Costa




"Uma agência de viagens pediu a um artista para imaginar o futuro de algumas das mais marcantes paisagens do planeta. "

Veneza subaquática, a Estátua da Liberdade com água pelo peito, a vegetação da Antárctida a descoberto, Huaraz sem o glaciar Pastoruri, as cataratas de Vitória sem gota de água, a floresta amazónica como uma paisagem vulgar. “O mundo está a mudar rapidamente e, com as alterações climáticas a avançar, os destinos de viagem estão cada vez mais em risco de serem danificados para além de reparo.” Em jeito de alerta, a agência pediu a um artista para acelerar o relógio, antecipando o futuro do planeta e revelando “como serão alguns dos pontos turísticos mais populares do mundo depois de terem sido devastados pelas mudanças climáticas”.

Habituada a percorrer a América Latina de lés-a-lés, a agência de viagens achou que o momento de pausa provocado pela pandemia era perfeito para reflectir. “Estamos conscientes do efeito que a mudança climática tem sobre os nossos amados destinos”, dizem os fundadores da The Latin America, que decidiram “experimentar em primeira mão a devastação” que as alterações climáticas estão a provocar, por exemplo, nos glaciares do Peru — um dos poucos glaciares remanescentes das áreas tropicais da América do Sul.

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